grow

    Crescer, vender ou morrer.

    Uma dúvida bastante comum e pertinente de empresários e executivos é se todas as empresas precisam ou devem crescer constantemente. Se uma empresa é rentável com um determinado tamanho e os sócios estão satisfeitos, por que ela precisaria crescer?

     

    A resposta depende muito do tamanho da empresa, dos objetivos dos sócios e do mercado onde ela atua. Mas, de maneira geral, a resposta é SIM! Todas as empresas que almejam vida longa devem buscar um crescimento constante. Estudos da empresa internacional de consultoria McKinsey indicam que empresas que não crescem tem cinco vezes mais chances de desaparecer num prazo de dez anos do que aquelas que apresentam um crescimento mais robusto e constante.

     

    Para empresas de grande porte, com ações negociadas na bolsa de valores, o fator mais determinante para buscar o crescimento é a valorização e a atratividade da empresa para os investidores. Uma empresa que não cresce, tem muito mais dificuldade de se valorizar e atrair a atenção dos investidores, que buscam maximizar o retorno de seus investimentos. Para as pequenas e médias empresas, a lógica deve ser a mesma, mas existem outros fatores adicionais que são tão ou mais importantes.

     

    • Fazendo a coisa certa: mais do que um objetivo, o crescimento é também uma consequência. Em empresas mais jovens, que estão testando ou amadurecendo os seus modelos de negócio, o crescimento é uma consequência natural dos acertos da empresa em termos de produtos, serviços, qualidade, preço, etc. Uma empresa jovem que não cresce aceleradamente precisa rever com urgência seu modelo de negócios.

     

    • Diluir riscos: ter poucos clientes e poucos produtos é um risco grande. Crescer de maneira sustentável, diversificando a carteira de clientes e o portfólio de produtos é a única maneira de não “deixar todos os ovos em uma cesta”.

     

    • Ganho de escala: escala maior, custo menor, margem maior. Simples assim.

     

    • Qualidade da gestão: uma empresa que não cresce tem muito mais dificuldade para atrair e reter bons valores na sua gestão. Não consegue oferecer perspectivas de carreira nem tem fôlego para pagar executivos de primeira linha. Isso tem um impacto direto na qualidade da gestão e nos resultados da empresa. Além disso, caso o empreendedor pretenda se aposentar e continuar sendo sócio da empresa, é preciso ter um certo porte para profissionalizar a gestão com um mínimo de qualidade.

     

    • Não ser atropelado: todo mercado interessante tem bons concorrentes. Se a sua empresa não tem bons concorrentes, ou o mercado é muito novo ou é ruim mesmo. Se você se acomodar e ficar parado, pode ter certeza que os seus concorrentes vão crescer, inovar, ficar mais competitivos e cedo ou tarde vão simplesmente te atropelar.

     

    • Soluções completas: em muitos mercados, os clientes preferem ter fornecedores com soluções mais completas. Para serem mais competitivas nestes mercados, as empresas precisam buscar constantemente expandir e renovar o seu portfólio de produtos e serviço.

     
    Certo, já entendemos que a grande maioria das empresas precisa crescer, mas como fazer isso?

    Existem 3 grandes motores para acelerar o crescimento de uma empresa
    .

       

    • Participação de mercado: é o crescimento orgânico (interno) da participação de mercado dos produtos e serviços atuais de uma empresa. Ocorre quando uma empresa tira participação de outro concorrente. Embora importante, é a fonte menos poderosa de crescimento. Representa em média somente 21% do crescimento das empresas. Curiosamente, é onde a grande maioria dos gestores foca seus maiores esforços, buscando aprimorar o desempenho da empresa.

     

    • Desempenho do Portfólio: é o crescimento orgânico (interno) que uma empresa obtém através do crescimento dos segmentos de mercado presentes em seu portfólio. De certa maneira, mede o desempenho estratégico da empresa. Representa em média 46% do crescimento das empresas.

     

    • Fusões e Aquisições: é o crescimento inorgânico (externo) que uma empresa obtém quando faz a aquisição de outras empresas, marcas etc. É mais comum na estratégia de grandes empresas, mas as pequenas e medias também podem e devem considerar esta atividade para impulsionar seu crescimento. As Fusões e Aquisições representam em média 33% do crescimento das grandes empresas.

     

    Uma estratégia vencedora deve balancear o uso dos três motores com os objetivos de curto médio e longo prazo de uma empresa. Promover renovação do portfólio e o ganho de escala, sempre buscando o crescimento e a perenidade da empresa.

     

    Caso, por qualquer motivo pessoal os sócios de uma empresa não estejam dispostos a trilhar o caminho do crescimento, devem pensar na hipótese de planejar e preparar uma saída. Buscar entender que tipo de empresa atrairia potenciais interessados numa aquisição. Valorizar ao máximo seu ativo e fazer a venda nas melhores condições possíveis, preferencialmente antes da empresa entrar um ciclo de declínio.

     

    De maneira simples e objetiva, existem três opções: crescer, vender ou morrer. A Redirection tem grande experiência para assessorá-lo nas duas primeiras opções. A última é por sua conta…

     

    SOBRE A REDIRECTION

    A Redirection é especializada em serviços de Desenvolvimento Corporativo, atuando na execução e planejamento em projetos de Fusões & Aquisições. Temos experiência e competência comprovadas pelos diversos casos de sucesso que executamos nos últimos anos. Nossos serviços são direcionados para empresas de médio e grande porte que estão em fase de desenvolvimento ou de maturidade.

    João Caetano Magalhães
    João Caetano Magalhães

    Graduado em Administração de Empresas pela FGV e especialista em Marketing pela University of California Berkeley. Mestre pela PUC-PR em Administração Estratégica. Fluente em inglês e espanhol. Sócio Fundador da Redirection - Desenvolvimento Corporativo.